As 4 melhores decisões na preparação do casamento

Preparar o dia do meu (nosso) casamento foi uma das maiores empreitadas que já assumi. Eram mil coisas para resolver, mil decisões para tomar, dezenas de opiniões para filtrar e milhares de expectativas para gerir (sobretudo as minhas).

Com todo o processo aprendi imensa coisa, sobre mim e sobre os que me rodeiam (desde logo, sobre o modo do meu actual marido gerir as crises).

Hoje, passado algum tempo, consigo eleger, das milhentas de decisões que tomei, as que considero terem sido as mais inteligentes e que partilharia, sem dúvida, com qualquer noivinha nervosa que viesse ter comigo a pedir aconselhamento:

1. Envolver directamente as pessoas mais próximas
Além da delegacão de algumas tarefas nos ter dado uma ajuda inimaginável, foi muito divertida a preparação em conjunto de algumas coisas. E, sobretudo, sinto que isso contribui para tornar o dia do nosso casamento mais especial para todos (sobretudo para nós, que nos sentimos verdadeiramente abençoados com a ajuda que nos deram e o carinho com que participaram).

2. Planear cuidadosamente a lua-de-mel
Durante os meses ( sim, meses) que antecederam o casamento não tivemos tempo de tirar uns dias para nós. Entre mobílias, bolos, sugestões de penteados, vestidos, fatos, sapatos e pormenores (ai…. os pormenores…) deixámos de lado a hipótese de nos afastarmos de tudo e descansar. Por isso, a viagem de lua de mel foi “a cereja no topo do bolo”.

3. Contratar alguém para filmar.
Até um mês do casamento a nossa decisão sempre foi não contratar nenhum videografo mas, por essa altura, li num blog o testemunho de uma noiva que dizia ser o seu maior arrependimento não ter um pequeno vídeo do casamento.

Uma vez que aquela ideia me começou a martelar na cabeça não consegui tirá-la e uns dias depois escolhemos alguém para o efeito. Quisemos um vídeo pequeno, de trinta minutos, no máximo – é o suficiente.

Mas, ainda bem que li aquele blog e não cometi o mesmo erro daquela noiva.

4. Comprometer-me a aproveitar o dia sem me preocupar com nada
Combinámos que íamos aproveitar ao máximo o dia do nosso casamento, sem preocupações.

Tínhamos contratado profissionais e, além do mais, se alguma coisa corresse mal já não havia mesmo nada a fazer ( e pensar nisto foi, de certa forma, libertador. Como se diz, “Freedom is just another word for nothing else to lose.”).

E embora sempre pensasse que não ia conseguir cumprir esta promessa, surpreendi-me a mim mesma. Na verdade, foi talvez um dos únicos dias da minha vida em que, realmente, consegui afastar de mim todas as preocupações ( excluindo os meus cinco minutos de bridezilla) e deixar andar. Quando penso no dia do meu casamento a impressão que eu tenho é, aliás, a mesma que tive ao longo de todo o dia, que estive a flutuar. Sentia-me tão feliz que era como se não tivesse os pés no chão, lembro-me bem disso.

Claro que se me tivesse preocupado, teria tirado esta ou aquela fotografia que me falta, tinha ajeitado o cabelo e a maquilhagem mais vezes, falado mais com x ou y. Mas de tudo isto, eu só me lembrei muito depois, porque no dia, eu só queria vivê-lo. E isso, sim, fez toda a diferença.

Imagem: https://pixabay.com
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