13 alimentos proibidos vs 12 alimentos essenciais

13 alimentos de que nos devemos afastar:

  1. Carnes vermelhas e carne processada (a grande bomba desta semana), segundo a OMS, 59 gramas por dia destes alimentos aumentam a probabilidade de incidência de cancro do cólon, próstata ou pâncreas, chegando a assemelhar o consumo destes produtos a beber ou fumar.
  2. Um parêntesis para as salsichas: um feito nos Estados Unidos pela Clear Food Labs revelou que  10% das salsichas vegetarianas contém carne e algumas contêm ADN humano (devido à falta de condições de higiene) originário de saliva e outros fluídos corporais.
  3. As carnes brancas não são uma opção, são alimentos de alto risco.
  4. Peixe nem vê-lo, é um perigo por causa da contaminação de mercúrio e da pegada ecológica. Também é um alimento de alto risco.
    Mas nem tudo está perdido, li algures que a sardinha se recomenda… Ahhhh, mas os pescadores já excederam a quota de pesca de sardinha… É melhor esquecer a sardinha, também.
  5. Nada de alimentos embalados em cartão. Um estudo, apresentado na capital Francesa, pela Foodwatch concluiu, após análise de uma centena de alimentos em três países europeus que mais de 80% dos mesmos são potencialmente cancerígenos, estando contaminados por hidrocarbonetos aromáticos derivados de óleos minerais ou hidrocarbonetos saturados, substâncias cancerígenas. É verdade que temos 20% de hipótese de obter um alimento livre dessas substâncias… mas valerá a pena arriscar?
  6. E nada de enlatados, todos potencialmente cancerígenos, sem excepção.
  7. Marisco. Contêm toxinas prejudiciais à nossa saúde, além de que o seu consumo aumenta  36% o risco de diabetes tipo 2.
  8. Fruta e vegetais: não vamos por aí. Desde logo por causa dos produtos químicos utilizados na produção. Depois porque aumenta exponencialmente o nível de glicose, causando uma série de problemas de metabolismo (inclusive diabetes tipo 2). São alimentos perigosos para o rins, fígado e coração e causadores de obesidade.
  9. Pão. É verdade, nem o pão escapa. Está cheio de produtos potencialmente cancerígenos. Desde Bromato de Potássio, que é adicionado na farinha utilizada no pão, até L-cisteína. E nós a pensar que o pão era trigo limpo… A única possibilidade é fazer em casa… Não, não dá, a farinha em si é um perigo, pela forma como é produzida, com recurso a cloro para branqueá-la e a uma substância química muito tóxica: aloxana, que provoca a destruição de células no pâncreas, além de que aumenta os triglicerídeos, o risco de diabetes e a propensão para a obesidade
  10. Leite, manteiga, queijo e iogurtes, estão obviamente fora de questão,  parece que estes alimentos estão cheios de antibióticos, pesticidas, produtos químicos e hormônas, causadores de diversos cancros (são considerados alimentos de alto risco e médio risco – assim como os ovos).
  11. Os doces causam obesidade e problemas cardíacos
  12. Azeite, margarina e óleo, aumentam o risco de doenças cardiovasculares.
  13. Soja, tofu, bagas de goji. O vegetarianismo poderia ser uma alternativa. Mas calma. As bagas de goji podem potenciar hemorragias, diarreia, náuseas e dores de cabeça e insónias. Já a soja contém altas quantidades de várias toxinas químicas que não podem ser completamente destruídas nem por um longo cozimento
  14. Pensei em comer vidro, metal ou madeira, para matar a fome, mas parece que podem causar danos físicos ao consumidor (feridas na boca, dentes quebrados ou outro tipo de lesão que necessite de intervenção médica para retirar o agente do microrganismo do consumidor).

O melhor, portanto, é não comer, nada! Pode ser que nós dêem soro quando estivermos a cair para o lado e safamo-nos. Ficamos fracos, mas livres de quaisquer produtos malefícios para a nossa saúde.

Já estava disposta a não comer quando vi este artigo acerca da qualidade do ar e percebi que o melhor é, também, não respirar.

Nesta altura fiquei sem chão, mas será que se não comer e não respirar estou a proteger a minha integridade física?

Estava disponível, mas enquanto estava a ponderar isto, já a suster a respiração, um condutor não reparou que eu estava na passadeira e quase fui atropelada.

Como dizia a outra, “para morrer basta estar vivo”, os riscos estão em todo o lado, a toda a hora. Vale a pena não viver?

Mas é deste pormenor que se esquecem estas organizações que fazem estes estudos: a desgraça pode estar em tantos outros lados que não o nossos pratos.

E esquecem, também, que do lado de quem lê estes estudos, há massa crítica, existem pessoas informadas, capazes de os pôr em causa e não se alarmando de toda a vez que “cospem” uma nova ideia.

Depois desta pesquisa quanto ao que não podemos comer, procurei um pouco de aconselhamento:

  1. A minha médica recomendou-me comer carne vermelha 2 vezes por semana;
  2. A nutricionista recomendou-me vegetais e fruta 1 vez por dia, carnes brancas 3 vezes por semana e produtos de soja com moderação;comer um pãozinho de manhã e um doce de vez quando (pelo menos, uma vez por semana);
  3. Ambas me recomendaram o tempero  mais saudável, sobretudo para o peixe, que consideraram essencial para a minha alimentação: azeite.
  4. Moderação foi a resposta que mais ouvi às minhas questões.

Completamente confusa, porque nenhuma recomendou o óbvio: alimentar -me a soro, resolvi fazer novas pesquisas e descobri, então, um estudo a favor por cada estudo contra, e vários comunicados da OMS a esclarecer comunicações anteriores divulgando”  que o faz mal é abusar”.

Sou desconfiada por natureza e nunca tomo estes estudos como verdades absolutas, porque acredito piamente que por detrás de cada cm deles há um interesse velado (quem nem sempre é óbvio).

Decidi seguir os conselhos dos profissionais, que não pareciam estar fracas e em quem confio.

E então como, com moderação e bom senso.

  • Como carne vermelha pelas proteínas, ferro e minerais e porque um belo bife grelhado aquece i dia mais frio. Como peixe porque é rico que em ómega 3 e me sabe pela vida.
  • Como vegetais e fruta porque são ricos em inúmeras vitaminas e me fazem sentir mais forte.
  • Como um pãozinho todos os dias, que compro nas padaria em frente a minha casa, pela fibra e pelas proteínas vendidas e porque só depois do pão com manteiga fico preparada para o dia.
  • Como marisco, sim, de vez quando arrisco, apetece uma mariscada de vez em quando e o seu consumo enriquece-nos em magnésio, iodo e potássio.
  • Como queijo pelo cálcio e porque sabe tão bem partilhar um queijo com amigos.

E respiro fundo muitas vezes porque me regenera e para evitar bater nas pessoas ou destruir coisas. Respirar fundo é terapêutico.

A questão da comida, como tudo na vida, ou a maior parte das coisas pelo menos, resolve-se com bom senso e moderação, que os alarmismos, esses, é que não resolvem nada.

P.

Imagens daqui  e daqui

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