Comentador do Dia #42

Eu não frequento grupos estranhos, tipo “psicoterapia no facebook”, “conselhos para a vida” ou ” amigas do lar”. A sério, a minha amizade com o lar nem está grande coisa, tendo em conta que nunca tive tendência para fada.

Então, deparo-me com esta dúvida existencial “Como é que em Portugal, especialmente no interior, nos relacionamos com os vizinhos? ”

O mais estranho, para mim, foi a adesão à pergunta e todos os desabafos inerentes ( mais de 200 respostas… ). Às vezes convenço-me mesmo que está tudo doido. Ora vejam:

P.

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Entretanto no Olx #4

Sou só eu que acho isto assustador…

(E assustadoramente caro! )

Onde andam os castigadores da parvoíce quando precisamos deles?

P.

 

Imagem adaptada daqui

No meu tempo

É que no meu tempo ser adolescente parvo era cortar de propósito calças de ganga novas para parecerem velhas e telefonar para números ao calhas a perguntar pelo Sr. Mosca.

Mudam-se os tempos e agora é isto:

reportajes_247738351_47201946_1706x960_770x433_acf_croppedClicar na imagem ou no título para ler a notícia no original.

Queimar-se com sal e gelo: o novo e perigoso jogo da moda entre os adolescentes

“Depois do desafio da canela e do jogo da baleia azul, a moda de queimar a pele com sal e gelo está a preocupar as autoridades espanholas. Irritações, necrose e até a morte: os dermatologistas alertam.”

A parvoíce já não é o que era.

J.

Comentador do Dia #39

O conteúdo é uma republicação ( tão bom que o devem ter achado).

Matei um neurónio a perceber se tinha lido bem o título. Li.
Primeiro, acho o tema pertinente e útil e certamente os donos dos locais em causa vao adorar a ideia de os transformar em pequenos bordéis… nada a apontar.
Gosto, em segundo , da assumpção que só os homens têm “amantes” ( ” a sua amante”) e que só os homens inventam trabalho até às tantas…

Gosto, também, da forma como o concubinato é abordado ( o homem nas horas das suas falsas reuniões leva a sua concubina “para uma espécie de retiro espiritual” longe da vista de todos), de preferência enquanto a legítima “esposa” ( adoro esta palavra ) parece ter ficado em casa a arrumar, lavar roupa e cozinhar…
Qualquer semelhança entre este artigo e um daqueles que saíam em revistas de 1930 não é pura coincidência…

Agora a sério, se não tiverem assunto não escrevam… ( não havia uma forma menos estúpida de fazer publicidade a estes locais? ).

Dá quase aquela sensação de vergonha alheia por quem o escreveu em conjunto com uma estupefacção de ” como é que chegámos a isto? “.

Um texto deste calibre é escrito para ser ridicularizado, só pode, e a malta não se fez rogada ( e bem, digo eu, que devo ser de outro tempo)…

P.

 

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