Nota mental #13

O que me faz feliz é leve…

P.

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Eu ainda acredito…

“É difícil em tempos como estes: ideais, sonhos e esperanças permanecerem dentro de nós, sendo esmagados pela dura realidade. É um milagre eu não ter abandonado todos os meus ideais, eles parecem tão absurdos e impraticáveis. No entanto, eu me apego a eles, porque eu ainda acredito, apesar de tudo, que as pessoas são realmente boas de coração.

in O Apanhador no Campo de Centeio, de J. D. Salinger

P.

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Um conto para segunda-feira

Uma noite, um velho índio falou ao seu neto sobre o combate que acontece dentro de todas as pessoas. Ele disse:

– Há uma batalha entre dois lobos que vivem dentro de todos nós. Um é Mau – É a raiva, inveja, tristeza, cobiça, arrogância, ressentimento, orgulho falso e ego. O outro é Bom – É alegria, paz, esperança, humildade, bondade, empatia, verdade, compaixão e fé.

O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô:

– Qual lobo vence?

O velho índio respondeu:

-Aquele que você alimenta.

Parábola indígena

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P.

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Um poema de Outono

Foi-se embora o espalhafatoso verão!

De dentro do eterno ciclo da natureza retornou o outono, sereno e calmo!

“La belle season” é como batizaram os franceses esta estação que nos descortina as renovadas-vestes-da-divindade presentes na natureza.

Outono é uma parábola de nós mesmos, seres outonais! Suas manhãs são mais poéticas e os seus crepúsculos são mais filosóficos. Aquelas são belas em sua melancolia. Estes são melancólicos em sua beleza. Assim, somos todos nós.

Creio que é no outono que entendemos melhor o ensinamento de Oscar Wilde: “ser como crianças, para não esquecermos o valor do vento no rosto e ser como velhos para que nunca tenhamos pressa”.

Isso é sabedoria. E se nos tornarmos mais sábios, já não precisaremos mais ter medo de envelhecer. Afinal, a vida também é um eterno renascer.

Coisa que só o outono ensina. O resto são folhas mortas.”

Carlos Alberto Rodrigues Alves

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